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Arquitetura Hospitalar foi tema na Quarta do IAB

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O tema da Arquitetura Hospitalar foi tema da última Quarta ao Vivo no IAB, realizada no dia 12 de novembro. O evento abordou a arquitetura no sistema de saúde e também contou com apresentação de projetos com debate entre técnicos, projetistas e órgãos de aprovação.
Participaram da mesa os arquitetos Gustavo Serefin, que falou sobre Centro Obstétrico; Denise Cristina Godinho Cezar, que fez palestra sobre Rede Cegonha e Ambiência de Saúde; e Edilson Reni Pinzon que abordou o tema do Pronto Atendimento. A mediação foi do arquiteto Ednezer Rodrigues Flores, da diretoria do IAB RS.
A arquiteta Denise Cristina Godinho Cezar apresentou o projeto da rede cegonha, falando dos espaços que estão sendo reconfigurados para se adequarem ao parto seguro e humanizado. A arquiteta também falou sobre questões de construção e reforma e aquisição para casas de gestantes, do Bebê e da Puérpera, além da adequação de ambiência das maternidades, e a suficiência de leitos que atendem gestantes de alto risco, de acordo com as necessidades loco regionais.  “A produção de espaços saudáveis estão sendo feitos, não pensamento só na estrutura física, mas como espaços de convivência e inter-relacionamento com trabalhadores, gestores e pacientes, proporcionando atenção acolhedora, resolutiva e humana” informou a arquiteta.
Para o arquiteto Ednezer Rodrigues Flores, mediador do evento, o conceito de parto normal, por exemplo, é antigo. A aceitação é moderna. Para ele, o fato de como vencer essa barreira de transformação e necessidade de intervenção é muito difícil. “Hoje quem faz gestão enfrenta essa barreira. No ponto específico de recém nascidos, por exemplo, requer uma tomada de decisão muito importante para o gestor, na hora de fazer um centro obstétrico, levando em consideração a demanda, bom planejamento e dimensionamento”, destacou Ednezer.
De acordo com o arquiteto Gustavo Serefin, para projetar uma unidade de saúde, é preciso atender as normas da RDC 36/2008, considerar o conforto do paciente e a humanização do ambiente. Para ele, a presença de um acompanhante da gestante, por exemplo, altera muito o projeto do arquiteto. “Temos que pensar em um espaço adequado para essa pessoa, para que ela não atrapalhe a equipe médica”, disse Serefin.  Ele também falou da importância de ser ter um bom fluxo do Centro Obstétrico com as demais unidades, como UTI, posto de enfermagem e atendimento médico. Além disso, apresentou a planta baixa do seu projeto de TCC uma para maternidade fictícia mostrando detalhes de um quarto PPT.
O arquiteto Edilson Reni Pinzon, abordou o tema da Unidade de Atendimento Imediato, também conhecidas como Urgência ou Emergência. Pinzon destacou o resultado positivo em Canoas, município onde já desenvolveu projetos. O arquiteto explicou questões de resolutividade, como as recomendações para elaboração da unidade, de que seja, por exemplo, sempre no térreo e no extremo de uma edificação, visando uma expansão futura. Sobre fluxos externos, Pinzon falou sobre como separar acessos de urgência e emergência. “Estes espaços devem ter conexão direta com centro diagnóstico por imagem, centro cirúrgico e unidade de tratamento intensivo”, acrescentou. O arquiteto mostrou acessos de ambulâncias, urgência pediátrica, e urgência adulta, e ainda falou da setorização/zonenamento de sanitários, sala da ecografia, coleta de sangue, eletrocardiograma, curativos, sala de gesso, entre outros setores interligados.

Saiba mais sobre os palestrantes:
Denise Cristina Godinho Cézar é Arquiteta e Urbanista graduada pelas Faculdades Integradas do Instituto Ritter dos Reis (UNIRITTER) – Porto Alegre/RS; possui Pós-Graduação Lato Sensu em Arquitetura de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde pelo Centro Universitário de Anápolis (UniEvangélica); com Especialização em Saúde Pública pela Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS) em parceria com a Escola de Saúde Pública/RS e a Escola Tulio Ascarelli – Roma Tre, Itália e apoio da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca – Rio de Janeiro; e é Apoiadora de Ambiência do Ministério da Saúde, formação em parceria do MS/HumanizaSUS/QualiSUS Redes.
Gustavo Serefin é formado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul em agosto de 2006. Pós-graduado em arquitetura hospitalar pela faculdade Newton Paiva, Belo Horizonte e em sustentabilidade pela Politécnica da Catalunha, Espanha. Se especializou em reuso de água pela USP e em energias renováveis pela CAT, no País de Gales. Sua especialização em gerência de projetos, pela FGV, vem ajudando a ter obras mais organizadas e melhor planejadas.
Edilson Reni Pinzon é especialista em Arquitetura e Engenharia de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde pelo Centro Universitário Newton Paiva Pró Reitoria de Pós Graduação, e TGS Administração de Eventos Educacionais, 2013;Graduação em Arquitetura e Urbanista pela ULBRA, 1995; Servidor público municipal da cidade de Canoas/RS, atuou durante 10 anos como gestor da Unidade de Projetos Escolares. Foi gerente de projetos durante 3 anos onde desenvolveu projetos na área da educação infantil. Desenvolve trabalho na área da saúde pública municipal desde 2012. Atualmente supervisiona, desenvolve e elabora projetos de saúde como Unidade Básica de Saúde, Unidade de Pronto Atendimento, Centro de Atendimento Psicossocial e Unidade de Acolhimento, dentre outras no município de Canoas.

Por: Diretoria Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB

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