Receba Newsletter

Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Museu de Comunicação Hipólito José da Costa é restaurado

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

A obra abrangeu os seguintes trabalhos: Subsolo: recuperação de todo o espaço do porão com execução de piso de granitina, pintura das paredes, execução de esquadrias maxim-ar, revestimento com pedra basaltica nos poços de ventilação, colocação de telas de proteção sob as grades dos poços, reformulação da rede elétrica, com adequação do quadro de carga e legislação em vigor; reformulação da rede pluvial; Térreo: colocação de piso de granito no hall de entrada e pintura de paredes e forro do hall; restauração da escadaria que leva aos demais pavimentos do prédio; Mezanino: substituição do piso em granitina; pintura de paredes e forro; retirada de parede; e colocação de porta em vidro temperado; 1º pavimento: adequação do sanitário para pessoas com necessidades especiais 3°andar: pintura nas salas de acervo e hall de circulação; e troca e pintura de esquadrias nos sanitários; Cobertura: recuperação da cobertura do 3°andar, com substituição de telhas quebradas; restauração e pintura de calhas; e imunização de estrutura e madeira; Pintura externa: do prédio abrangendo as ruas Andradas e Caldas Júnior; Aberturas: restauração de esquadrias (cinco portas localizadas no térreo). O museu possui um importante papel na preservação da memória da comunicação social no Estado. Atualmente, disponibiliza ao público um excelente acervo que engloba periódicos, fotografias, vídeos, filmes, discos, material de propaganda, objetos e equipamentos ligados aos veículos de comunicação. Fundado em 10 de setembro de 1974, está instalado em prédio histórico construído em 1922 para sediar o jornal republicano “A Federação”, criado em 1884. A Federação, jornal do Partido Republicano Rio-grandense, surgiu em primeiro de janeiro de 1884 e sua primeira sede estava localizada a Rua dos Andradas, número 291. O periódico teve vários endereços quando, em 1922, ocupou um espaço construído especialmente para sediar este veículo. Em 17 de novembro de 1937 o jornal encerrou as suas atividades. O responsável pela construção do prédio foi o engenheiro civil Teófilo Borges de Barros, gaúcho graduado na Escola de Engenharia de Porto Alegre, em 1909, além de efetivar outras edificações na capital e realizar a reforma da Biblioteca Pública do Estado. O prédio apresenta o estilo eclético, próprio da arquitetura positivista, no qual se expressam várias tendências artísticas. Em 1947 a edificação foi destruída parcialmente por um incêndio, tendo sido reconstruída e ampliada pelos fundos na Rua Caldas Junior. Ao alto da construção se destaca a escultura alegórica, representando a imprensa, de autoria do veneziano Luiz Sanguin. Em 1995 a obra foi restaurada pelo escultor João Carlos Ferreira, da equipe da Brigada Militar, acompanhada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado, pois estava danificada há mais de quarenta anos, perdendo a mão e a respectiva tocha. Atualmente, o prédio é patrimônio histórico do Estado, tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado, através da Portaria de nº 06/82, de 23 de julho de 1982. O Museu da Comunicação presta homenagem ao fundador da imprensa brasileira que, em 1º de julho de 1808, iniciou a publicação do Correio Braziliense, em Londres. Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Por: Diretoria Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB

Outras Notícias

Outras Notícias