Receba Newsletter

Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

¿El ambiente de la arquitectura o la arquitectura del ambiente?

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

La palabra ambiente tiene una acepción vulgar y otra académica. La primera, de uso habitual en el lenguaje coloquial, se refiere al entorno de cualquier actividad humana: el ambiente de los artistas, de los políticos, de los trabajadores, de los arquitectos… La segunda, apropiada en las últimas décadas por los defensores de un desarrollo más sustentable, es aún de oscura significación para la mayoría, pero va quedando claro que se refiere al conjunto de las interacciones sociales y naturales: el ambiente costero, el ambiente urbano, etc. Esta pequeña reflexión nos sirve para ubicar lo que creo es un grave problema de la profesión de arquitectos en la actualidad. Gran preocupación por lo que acontece en el ambiente de los arquitectos – sus sucesos, sus estrellas, su elite – y mucho menor respecto de la contribución de la arquitectura para el ambiente.
Cuando el 12 de Julio pasado tuve el honor de dar una conferencia en el IAB de Porto Alegre, hablé precisamente de la arquitectura del ambiente, como nuestro gran compromiso en el corto plazo. Y se me ocurrió un paralelismo con otras profesiones: el rol de los médicos es curar, el de los pintores es pintar, siempre poner su quehacer al servicio de algo externo de ellos mismos, ya sea la salud, la pintura o tantas otras cosas. ¿Por qué los arquitectos decimos: hacer arquitectura, con esa connotación tan clara de hacer un objeto?…
Si comenzamos a hablar de “arquitecturar”, trasladaremos nuestra función a dar arquitectura a trozos del ambiente, urbano o rural, privado o público, macro escala o micro escala, y así comenzará nuestra función a tener un mayor contenido socio-ambiental. Rubén Pesci
26 de julio de 2000

IAB - RS

Por: Diretoria Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB

Outras Notícias

Nota pública: Suspensão da urbanização da Fazenda do Arado

A fazenda do Arado é patrimônio ambiental, arqueológico, histórico, cultural, arquitetônico e paisagístico de Porto Alegre, constituindo-se de uma zona primordial para manutenção de espécies da fauna e da flora, sujeita a enchentes e alagamentos por encontrar-se abaixo da cota de inundação do Guaíba. A zona serve como espaço de extravasamento natural do Guaíba, importante de ser preservado. O IAB RS reitera a necessidade de atenção máxima por parte dos governantes, sociedade civil, entidades e instituições às questões ambientais e suas relações com a cidade.

Leia Mais →

Na mídia: IAB RS participa de reportagem da Folha de São Paulo sobre reconstrução do RS

A copresidente do IAB RS, Clarice Misoczky de Oliveira, concedeu entrevista para reportagem da Folha de São Paulo. O ponto central foi a reconstrução do RS. “A questão habitacional é mais dramática. Há municípios no Vale do Taquari, como Muçum e Roca Sales, que se desenvolveram em áreas de encostas. Cidades como Santa Tereza em que parte das casas estão em áreas de inundações. Precisamos construir com segurança”, disse.

Leia Mais →

MANIFESTO IAB RS PARA A RECONSTRUÇÃO DO RS

Considerando a enorme tragédia causada pelos efeitos da crise climática e pelo descaso do poder público com o planejamento urbano e regional sustentável na promoção de cidades justas, igualitárias e ecologicamente  equilibradas, a Comissão Cidades/IAB RS, por meio deste, manifesta a necessidade de atenção às questões referentes às diferentes escalas de planejamento, arquitetura e urbanismo para reconstrução das cidades do Rio Grande do Sul, aqui agrupadas em dois grandes grupos: (A) Planejamento Urbano e Regional e (B) Moradia Digna.

Leia Mais →

Outras Notícias

COMUNICADO DO IAB RS SOBRE O ESTADO DE CALAMIDADE CLIMÁTICA

O momento é grave e compreendemos que enquanto Instituto temos um trabalho de articulação de impacto a médio prazo, sendo provocadas e estruturadas redes que auxiliem nas questões habitacionais e de reestruturação das cidades, com projetos que considerem os riscos e impactos que os eventos climáticos tem gerado em nossas cidades, de modo mais frequente e de maior intensidade. Compreendendo a sensibilidade das questões ambientais, com a natureza impondo seus limites, frente às ocupações urbanas.

Leia Mais →