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Estúdio América de Arquitetura vence Concurso Nacional de Projetos para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha, em Blumenau

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O Estúdio América de Arquitetura, de São Paulo, assina o projeto vencedor do Concurso Nacional de Projetos para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha, em Blumenau, e receberá R$ 50 mil em premiação, além de honorários para o acompanhamento da execução das obras com valor de até R$ 1 milhão. O projeto classificado em segundo lugar foi apresentado pela Caza Arquitetura, de Blumenau. O prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinubing, e o presidente do IAB-SC, Edson Cattoni, anunciaram nesta quarta-feira, 11 de maio, no Salão Nobre da Prefeitura, os vencedores do concurso.

Lançado em março, o Concurso atraiu o interesse de 37 equipes de projetistas provenientes de dez estados. O trabalho vencedor é assinado pelo arquiteto Lucas Fehr e pelo engenheiro Ricardo Henrique Dias. O segundo colocado, que receberá uma premiação de R$ 15 mil, foi elaborado pelo arquiteto Eduardo Silveira Dutra e pelo engenheiro Edgard Trautwein. E o projeto classificado em terceiro lugar, desenvolvido pela arquiteta Juliana Corradini e pelo engenheiro Yopanan Rebello, receberá R$ 5 mil. Na ponte serão investidos até R$ 25 milhões e na passarela até R$ 7 milhões.
A primeira etapa no processo de julgamento foi realizada nos dias 2 e 3 de maio. Os três trabalhos finalistas foram definidos por um Júri Técnico, do qual participaram o arquiteto Alexandre Chan, vencedor do Concurso da Terceira Ponte Lago Sul em Brasília; o arquiteto Mario Biselli, que integra a equipe vencedora do Concurso para a ampliação do Aeroporto Hercílio Luz em Florianópolis; o engenheiro mecânico Adelar Capeletti, o engenheiro civil Ugo Mourão e o arquiteto Jonas Eduardo Franz. “Os Concursos são a forma mais democrática de se eleger uma obra pública que será referência no futuro da cidade”, defende Franz, Secretário Adjunto de Planejamento em Blumenau.

No dia 5 de maio, os projetos finalistas foram, então, submetidos à apreciação de um Júri Representativo da sociedade, composto por personalidades ligadas a 19 instituições distintas: Associação Blumenauense pró-Ciclovias, Associação Catarinense de Preservação da Natureza, Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí, Associação de Micro e Pequenas Empresas de Blumenau, Associação de Imprensa, Comissão dos Direitos dos Deficientes e Patologias do Vale do Itajaí, Fundação Municipal do Meio Ambiente, Fundação Cultural de Blumenau, Secretaria Municipal de Turismo, Secretaria Municipal de Obras, Serviço Autônomo Municipal de Trânsito e Transportes de Blumenau, União Blumenauense das Associações de Moradores, além do CDL, CREA, ACIB, FURB, SDB Blumenau, Sinduscon Blumenau e IAB Blumenau.

“Estamos muito satisfeitos com a realização de mais este concurso de projetos. Quando trabalhamos em parceria com o Poder Público, temos a oportunidade de propiciar à sociedade um processo transparente e participativo na escolha dos projetos que vão qualificar alguns dos lugares mais significativos da cidade”, avalia o presidente do IAB-SC, urbanista Edson Cattoni. Para o Secretário de Turismo, José Eduardo Bahls de Almeida, “a presença de um Júri Representativo garante a observação de diferentes parâmetros além dos técnicos, como a funcionalidade, a estética e a relação com o ambiente”.

A Ponte do Centro e a Passarela da Prainha integram o eixo Mobilidade Urbana do Programa BID Blumenau, e as obras, com recursos internacionais, terão cinco anos para serem concluídas. A aprovação dos recursos levou em conta o crescente trânsito entre o Centro e a região da Ponte Aguda, e a nova ligação vai beneficiar inclusive o tráfego no corredor de ônibus na Avenida Beira-Rio. A passarela, destinada tanto a pedestres quanto a ciclistas, viabiliza um novo Circuito de Caminhadas, ligando a área comercial e histórica da cidade ao bairro da Prainha.

“Estas obras serão um legado para as gerações futuras, e fiquei muito satisfeita por ver que os projetos apresentados estão em sintonia com os novos tempos, são propostas modernas que saem do padrão”, elogia a presidente da Fundação Cultural, Marlene Schlindwein. Para Ciro Rafael, que representou a AMPE no Júri Representativo, a modalidade Concurso deveria ser cada vez mais utilizada para a definição de obras públicas. “Um Concurso com a participação de um Júri Representativo permite que a população defina o que quer para o futuro da cidade, se quer uma obra meramente funcional ou com a estética de um monumento. É essencial que a sociedade tenha voz nessa discussão”, defende.

Por: Diretoria Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB

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